<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955</id><updated>2011-07-07T18:15:50.452-07:00</updated><title type='text'>O CANTINHO DAS PALAVRAS</title><subtitle type='html'>Aqui se encontram as minhas criações escritas, que por acaso vão interferir na  minha nota de português.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-6947081512826051301</id><published>2009-05-14T13:47:00.000-07:00</published><updated>2009-05-14T13:49:09.058-07:00</updated><title type='text'>Pergunta reformulada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Nas características que o narrador atribui a Pedrinho encontramos várias vezes a adjectivação e a dupla adjectivação como por exemplo “&lt;em&gt;dois olhos maravilhosos e irresistíveis&lt;/em&gt;” ou “&lt;em&gt;um belo árabe&lt;/em&gt;”. Este recurso estilístico tem como função descrever o Pedro e mostrar a opinião do narrador. Encontramos também um eufemismo em “&lt;em&gt;prontos sempre a humedecer-se&lt;/em&gt;” conseguindo, assim, atenuar o facto de ele estar sempre pronto a chorar, dizer e uma maneira menos agressiva. Temos igualmente enumeração na frase “&lt;em&gt;a brinquedos, a animais, a flores, a livros&lt;/em&gt;.” o que mostra o desinteresse constante do Pedro. Existe uma antítese entre “&lt;em&gt;maravilhosos e irresistíveis&lt;/em&gt;” e “&lt;em&gt;prontos sempre a humedecer-se&lt;/em&gt;” que mostra o contraste dos seus olhos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-6947081512826051301?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/6947081512826051301/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=6947081512826051301' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/6947081512826051301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/6947081512826051301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2009/05/pergunta-reformulada.html' title='Pergunta reformulada'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-2049172114570534464</id><published>2009-05-14T13:17:00.000-07:00</published><updated>2009-05-14T14:12:35.725-07:00</updated><title type='text'>Texto livre</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Evolução da esrita&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Um dia pus-me a pensar: como eram os meus textos há dois anos? E há seis anos? De repente lembrei-me, isto é um óptimo tema para o texto livre de português. E assim foi, adoptei este assunto e comecei a escrever este texto.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Comecei há algum tempo atrás, mais precisamente, no 1ºano de escolaridade onde a professora era dócil, meiga e tinha paciência. Essa tal professora ensino-nos as primeiras letras, do A a Z. Foi um pouco estranho, na altura, mas habituamo-nos. Um pouco mais tarde mandaram-nos escrever palavras. Algumas eram pequenas, como pão, outras eram maiores, como padaria e juntamente com isso disseram-nos que todas estas palavras, juntas, iam dar origem a uma frases e que, consequentemente, as frases todas juntas iam gerar um texto. Era tudo muito bonito, até ao momento em que nos pediram para fazer um, sozinhos e sem ajuda nenhuma. Um texto? Com muitas frases juntas? Como é que isso se faz? Foi essa a minha reacção, ou deve ter sido, pelo menos seria aquela que eu teria se isso acontecesse agora. Contudo, não foi assim tão difícil. Uma composição sobre uma menina e um menino que comeram uma maçã e pronto, vitória vitória acabou-se a história. Nem foi nada de muito mau, o problema foi quando complicou um pouco mais.&lt;br /&gt;- Façam um poema – disse a professora. A nossa reacção foi igual àquela que tivemos quando nos mandaram fazer um texto. Como é que se faz um poema? Onde é que encontro palavras bonitas que rimem? Mas, como diz um professor de matemática muito célebre, somos mais antiquados que os nossos bisavós pois vemos algo de novo e começamos logo a entrar em pânico. Depois desse pânico lá fomos conseguindo fazer esses poemas. Desde que rimasse estava tudo muito bem, nem que fosse a pior barbaridade do mundo. Os meus sempre foram uma desgraça, nunca tive muito jeito para a rima. Com tudo isto acabamos o 1º ciclo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;No 2ºciclo tudo foi mais complicado, tudo mais aprofundado. Os textos muito maiores e com temas mais complexos. Já não podiam ser aqueles textos com seis ou sete linhas e com uma linguagem básica. Tinha de ser uma linguagem mais requintada, digamos. Mas quem pensava que o 2º ciclo era difícil o que acharia do 3º? Isso sim foi complicado. Textos de uma página, poemas quase de mestre, &lt;em&gt;Auto da Barca do Inferno&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Lusíadas&lt;/em&gt;, tudo o que era difícil nós tivemos que fazer. Mesmo assim, conseguimos. Ultrapassámos todos os obstáculos e já estávamos aptos para ingressar no ensino secundário. E assim foi. Mudámos de escola, de turma, de ambiente mas o que mudou mesmo foi o grau de dificuldade. Um portefólio com textos? Para entregar todos os períodos? Planos para fazer os textos? Não podemos fazer o texto e pronto? Contrato de leitura? Isso existe? E mais uma vez o tempo e a prática fizeram com que conseguíssemos contornar estas barreiras.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Este ano, 11ºano, pediram-nos outra vez coisas novas. Insistiram nos textos argumentativos, talvez porque sejam importantes para o nosso futuro e por último mandaram-nos fazer um texto crítico, uma caricatura baseada em personagens d’ &lt;em&gt;Os Maias&lt;/em&gt; e, isso sim, foi complicado. Porém, com a experiência que tenho, que é pouquíssima em relação à de outras pessoas, sei que para o ano os textos vão complicar, os desafios vão ser mais difíceis. Estaremos à altura desses desafios? Ou cairemos da parede como alguém nos disse no início deste ano? Veremos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-2049172114570534464?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/2049172114570534464/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=2049172114570534464' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/2049172114570534464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/2049172114570534464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2009/05/evolucao-da-escrita.html' title='Texto livre'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-4939634220140104579</id><published>2009-05-14T13:12:00.000-07:00</published><updated>2009-05-14T13:17:01.362-07:00</updated><title type='text'>Texto Contratado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Os Maias&lt;/em&gt;, de Eça de Queirós, são uma das melhores obras nacionais e o maior sucesso de Eça, apesar da maioria das pessoas achar que são uma seca ou que só servem para enfeitar. Mas, para dizerem isso, só há 3 hipóteses: 1. Não leram e ouvem os outros dizer que &lt;em&gt;Os Maias&lt;/em&gt; não prestam e repetem; 2. Leram mas não perceberam nada; 3. Leram, perceberam e acharam-se parecidos com alguma personagem do livro e não gostaram. Quem leu a obra, percebeu e gostou deve entender o que eu quero dizer.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Neste livro, Eça expôs, a nu, a sociedade portuguesa. E o que mudámos até agora? Nada, absolutamente nada. Podemos estar mais modernos e sofisticados mas os “podres” da sociedade continuam a ser os mesmos. A mania do chique, do importar coisas do estrangeiros apesar de nunca resultarem no nosso país, os políticos desinteressados com a situação do povo, os corruptos, o jornalismo do “só se põem o que convém”, as cunhas. Está tudo igual e as personagens não são excepção, também elas têm como que uma “versão evoluída” na nossa sociedade actual. De entre tantas personagens decidi escolher D. Maria da Cunha comparando-a com a socialite Cinha Jardim.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Vários foram os motivos que me levaram a acha-las parecidas apesar de, como é normal, terem as suas diferenças. Eu escolhi a Cinha Jardim não pelo facto de não a apreciar, pelo contrário, até gosto da senhora e acho que há mulheres bem piores nesta nossa sociedade. Voltando a minha comparação, achei-as mesmo parecidas pois, tanto uma como outra, são bastante bonitas apesar da idade que têm. Contudo, Cinha Jardim expõem muito mais o seu corpo, principalmente em revistas masculinas mas se fosse “moda” pousar nua na época em que Eça escreveu o livro, provavelmente, D. Maria também o faria, não sei já que ela tem aquele espírito de não se interessar com o que os outros dizem, o que se vê muito bem no episódio d' &lt;em&gt;Os Maias&lt;/em&gt; da “Corrida de cavalos”. Cinha Jardim tem, igualmente, esse traço de personalidade pois age/fala sem se preocupar com o que a sociedade ou os média vão dizer dela. Podemos ainda observar as suas semelhanças nos assuntos que as agradam, D. Maria da Cunha gosta de coisas típicas dos homens e fala desses temas abertamente apesar de também saber falar de temas de mulheres continuando a comportar-se como uma senhora de alta sociedade tal como Cinha Jardim. Gosta bastante de futebol, de touradas, ou seja, de coisas maioritariamente apreciadas por homens mas frequenta todos esses eventos sem nunca perder a “pose” e o “nível”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Esta é uma das muitas comparações que se pode fazer, haveria muitas outras possíveis, o que mostra que Eça de Queirós fez um óptimo trabalho n’&lt;em&gt; Os Maias&lt;/em&gt;. Se alguém voltasse a expor a sociedade actual, o resultado seria quase idêntico, com menos qualidade, talvez, visto que o escritor seria outro e, duvidosamente, existe neste país um escritor com tanta qualidade como Eça, mas as ideias estariam lá e os vícios e desfeitos da sociedade também. Passou tanto tempo e continuamos os mesmos. Será que daqui a dois séculos, poderia voltar a escrever este texto?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-4939634220140104579?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/4939634220140104579/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=4939634220140104579' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/4939634220140104579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/4939634220140104579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2009/05/texto-contratado.html' title='Texto Contratado'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-5760012129522188212</id><published>2009-03-16T16:40:00.000-07:00</published><updated>2009-03-16T16:42:44.377-07:00</updated><title type='text'>Texto livre</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Mundo Paralelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Era uma vez, não há muito tempo, um rapaz. O nome dele nunca mo disseram, talvez por a sua história ser um pouco trágica, não sei bem mas a sua história conheço-a bem, bem demais, até. Ele era uma criança, uma criança que não tinha jeito para nada, nada mesmo. Quando começava a fazer qualquer coisa corria sempre mal, ou partia alguma coisa até já ditou fogo a uma folha de papel enquanto pintava um desenho, era um autêntico desastre. Por ser um desastre ele achava que ninguém gostava dele, principalmente a mãe pois ela passava o tempo a ralhar com ele. Ele tentava fazer coisas para agradar à mãe, coisas como pintar, tocar um instrumento, ser um bom atleta mas por mais que tentasse não conseguia, era mesmo desajeitado e desastrado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Um dia chegou a casa enervado e trancou-se no quarto, chorou bastante mas acabou por adormecer sem querer e aí entrou noutro mundo, um mundo onde nunca tinha ido, no mundo dos sonhos, no mundo do inconsciente onde nunca tinha entrado. Nesse dia conseguiu ser um músico famoso com muito jeito, pessoas a aplaudirem-no e a gostarem imenso do que ele estava a fazer, coisa que nunca tinha acontecido antes com ele pois nunca ninguém gostava daquilo que ele fazia, muito pelo contrário, queriam que ele parasse pois ainda destruía alguma coisa. De repente acordou e lembrava-se perfeitamente do que tinha acontecido naquele mundo maravilhoso e adorou a sensação de poder fazer as coisas bem, adorou tanto que só desejava voltar a dormir para entrar naquele mundo, se é que podia voltar a entrar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Nessa mesma noite, foi cedo para a cama para saber se acontecia o mesmo e aconteceu. Dia após dia, cada vez que adormecia entrava naquele mundo paralelo, onde tudo era perfeito. Um dia era um pintor famoso, outro dia um atleta profissional. Um dia polícia outro dia bombeiro. Um super-herói ou um vilão, naquele mundo irreal ele era tudo o que queria e tudo o que fazia corria bem. Mas havia um grande problema, o tempo não pára e enquanto ele está a dormir perde tudo o que se passa a sua volta e ele não passava assim tão pouco tempo a dormir, aproveitava todos os minutos para estar naquele mundo. Levantava-se muito tarde e atrasava-se para ir para a escola, ao fim da tarde sai a correr da escola para ir para casa dormir, mal acabava de comer ia dormir e passou anos a fazer isto, já era uma obsessão. Não tinha amigos porque queria dormir, não falava com os pais porque queria dormir, fazia os trabalhos de casa e estudava simplesmente porque a mãe o obrigava porque se não estava a dormir. O que se passava no mundo real era-lhe completamente indiferente, o mundo real, aquele com o qual ele se devia preocupar não lhe importava minimamente e com os anos a passar ele continuava naquela obsessão, naquele mundo onde tudo era perfeito, onde nunca se sofria, onde nada corria mal. Chegando, já, aos 16 anos continuava nessa vida mas algo aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Um dia quando adormeceu nada aconteceu, simplesmente dormiu mas ao acordar não deu grande importância pois pensava que seria só daquela vez. Mas dia após dia ele não conseguia entrar naquele mundo e tinha que se contentar só com o mundo real onde tudo era feio, mau, imperfeito. Desesperado com esta situação recorreu a psicólogos, a peritos em sonhos, até a medicamentos para dormir e nada resultava, não conseguia voltar aquele sítio magnífico e dia após dia ele tomava consciência disso, tomava consciência que tudo aquilo tinha acabado e que tinha de viver sem o mundo que criou mas ele não conseguia. Todos os dias ia ficando mais triste, mais deprimido, mais abatido e alguns adolescentes não sabem lidar com esses sentimentos, por isso cometeu uma loucura. Com tanta vontade que tinha de adormecer tomou a caixa inteira de comprimidos pondo, assim, fim a vida.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Esta história tem uma grande moral, grande e forte. Não nos podemos agarrar ao que não existe, por mais perfeito e bom que seja temos, simplesmente, que viver aquilo que temos, aquilo que é real, por mais mau e imperfeito que seja, e temos de ter um objectivo na vida, fazer tudo para que esse mundo mau e imperfeito se torne no mundo perfeito e bom que todos sonhamos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-5760012129522188212?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/5760012129522188212/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=5760012129522188212' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/5760012129522188212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/5760012129522188212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2009/03/texto-livre.html' title='Texto livre'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-130440904775906703</id><published>2009-03-16T13:52:00.000-07:00</published><updated>2009-03-16T14:37:49.421-07:00</updated><title type='text'>Tábua cronológica de Eça de Queirós</title><content type='html'>&lt;a title="View Biografiab on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/13327890/Biografiab" style="margin: 12px auto 6px auto; 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Telmo é exemplo disso pois acredita que D. Sebastião e o exército estão vivos e que hão-de voltar mostrando, assim, que é fiel à pátria.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-9182355008831576372?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/9182355008831576372/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=9182355008831576372' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/9182355008831576372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/9182355008831576372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2009/03/pergunta-do-teste-reformulada.html' title='Pergunta do teste reformulada'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-7977710830553708018</id><published>2009-03-16T13:16:00.000-07:00</published><updated>2009-03-16T13:18:56.749-07:00</updated><title type='text'>Texto argumentativo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;A televisão ajuda no aumento da violência nos jovens/crianças mas, a violência em casa influencia muito mais, esta é a minha tese que vai ser sustentada por dois argumentos, são eles: os jovens passam bastante tempo à frente da televisão e têm tendência a imitar tudo o que nele vêem, então, se a televisão passar violência, eles vão imitar; os jovens/crianças consideram os pais como um modelo a seguir e se esses forem violentos os filhos também vão ser pois querem ser iguais aos pais.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Embora as crianças/jovens estejam alertadas para os “males” de violência, ela continua a subir e existem muitos responsáveis por isso, tais como a televisão. Os jovens/crianças passam grande parte do seu tempo livre a ver televisão e têm sempre a tendência para imitar tudo o que lá vêem, tudo o que é bom, tudo o que é mau. Na televisão os jovens aprendem coisas úteis e necessárias a sua cultura geral mas também aprendem coisas dispensáveis e más tais como lutar, maltratar os outros e isso aumenta a agressividade dos jovens/crianças. Então, a televisão a passar esse tipo de programas que mostram violência e agressividade os jovens vão imitar aumentando a agressividade nesses jovens. Assim, a televisão torna-se um dos culpados da violência nos jovens/crianças.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Apesar de a televisão ter tanta influência existe outra entidade que muito mais influência tem, os pais. Os jovens/crianças consideram os pais como um modelo a seguir, como um ídolo e os próprios pais querem que os seus filhos sejam como eles e que sigam o seu exemplo mas, muitas vezes, se aplica o provérbio popular “faz o que eu digo não faças o que eu faço” mas, em certas situações, para os jovens isso não é possível pois eles simplesmente querem fazer o que os pais fazem por isso, se esses pais forem violentos, os jovens também vão ter tendência a ser pois querem ser iguais a eles e seguir as suas pegadas sem se preocupar se está errado ou não já que a ideia dos jovens/crianças é que se os pais podem fazer eles também podem, ou melhor, devem fazer.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....&lt;/span&gt;Fica assim provado que a televisão é uma das influências na violência patente nos jovens/crianças passando programas que mostram, literalmente, violência. Mas os pais contribuem muito mais quando exercem violência em casa, em frente aos filhos e em qualquer situação. Será que os pais têm consciência disso? Será que algum dia vão ter consciência ou vão continuar a culpar os outros como sempre fazem?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-7977710830553708018?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/7977710830553708018/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=7977710830553708018' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/7977710830553708018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/7977710830553708018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2009/03/texto-argumentativo.html' title='Texto argumentativo'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-7561343129982136467</id><published>2008-12-05T12:48:00.000-08:00</published><updated>2008-12-05T13:07:05.393-08:00</updated><title type='text'>Texto argumentativo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;A tese que vou defender é a seguinte os padres e as freiras deveriam ter direito a casar e é esta tese que vou defender com dois argumentos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;O meu primeiro argumento vai debruçar-se sobre o motivo pelo qual o celibato foi instituído, no passado e esse motivo foi o facto dos padres, na idade média, época em que lei foi instituída, fazerem grandes cruzadas abandonado a família por bastante tempo, deixando-a sem sustento, a passar fome e grandes dificuldades. Mas, actualmente, isto já não acontece. Um padre não sai da sua povoação, tem paróquias fixas e nunca terá de abandonar a família nem de deixá-los desamparados e sem sustento. Então, os motivos que levaram a lei a ser instituída já não têm qualquer fundamento na actualidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;O segundo argumento vai ser sustentado no que diz a bíblia, livro sagrado pelo qual se regem os cristãos. Na bíblia não está indicado que os padres ou as freiras não se podem casar, muito pelo contrário, está referido para crescerem e multiplicarem-se, para procriarem e constituírem família e sendo a bíblia dirigida a todos os cristãos e sendo o padre um cristão também deveria ter esse direito. Conclui-se, assim, que os cristãos se regem por uma lei exterior à de Deus. E se pensarmos bem era o padre que devia seguir “à risca” as leis de Deus pois é ele a pessoa mais próxima de Deus. Então como se pode pedir a pessoa mais próxima de Deus, aqui na Terra, para ignorar o que está na bíblia e seguir uma lei que um dia um papa implementou?&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;E é por estes argumentos, e por outros, que as pessoas deveriam mudar de mentalidade e compreenderem que os padres e as freiras são pessoas normais e precisam de tanto ou mais apoio da família do que qualquer outra pessoa. São pessoas normais, simplesmente têm uma profissão diferente, uma profissão que está liga a religião mas não é por isso que não precisa de família, nem de apoio. E, está provado que uma parte dos padres deixa de exercer a essa profissão porque sente necessidade de ter um núcleo familiar ficando, assim, na esperança que as leis e principalmente as mentalidades mudem para voltarem a exercer a sua profissão, idêntica a qualquer outra.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-7561343129982136467?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/7561343129982136467/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=7561343129982136467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/7561343129982136467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/7561343129982136467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2008/12/texto-argumentativo.html' title='Texto argumentativo'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-775149601449779488</id><published>2008-12-05T12:44:00.000-08:00</published><updated>2008-12-05T14:15:22.260-08:00</updated><title type='text'>Reclamação</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Alexandra Gomes Cortez Sousa&lt;br /&gt;Rua 5 de Outubro, Nº162&lt;br /&gt;3430 Cabanas de Viriato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Clínica de Análises da Beira&lt;br /&gt;Rua do Parque, Nº23&lt;br /&gt;3430, Carregal do Sal&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Cabanas de Viriato, 02 de Dezembro de 2008&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assunto: Demora na entrega do resultado de umas análises&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Caros Senhores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;......&lt;/span&gt;No dia 4 do mês passado dirigi-me a vossa clínica, situada na morada acima citada, com intenção de tirar umas amostras de sangue. Depois de me tirarem a amostra dirigi-me ao balcão onde me disseram que o resultado das análises chegaria à minha morada no prazo máximo de 3 dias, mas passado 3 dias o resultado não chegou.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;......&lt;/span&gt;Perante tal situação decidi aguardar mais uns dias pois o resultado poderia ter sofrido algum atraso, mas passado mais 3 dias, já no dia 10 de Novembro decidi ligar para o centro de saúde da minha localidade pois poderia ter ocorrido um engano e o resultado ter ido para lá, porém isso não aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;......&lt;/span&gt;Agora, com o avanço da tecnologia, com as minhas amostras de sangue e até mesmo com o resultado podem fazer diversas coisas, podendo ser perigoso. Desejo, por isso, que localizem rapidamente o paradeiro do meu resultado e que me seja enviado de imediato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;......&lt;/span&gt;Sem outro assunto,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Alexandra Gomes Cortez Sousa&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-775149601449779488?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/775149601449779488/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=775149601449779488' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/775149601449779488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/775149601449779488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2008/12/reclamao.html' title='Reclamação'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-6337377705554705706</id><published>2008-12-05T12:42:00.000-08:00</published><updated>2008-12-05T13:13:04.200-08:00</updated><title type='text'>Pergunta do 1º teste do 1º período</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;Existem dois relatórios internacionais sobre as políticas sociais de Portugal que provam que estas políticas não têm funcionado havendo, como consequência, uma desigualdade entre os ricos e os pobres que não pára de aumentar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;O relatório da OIT mostra a gradual desigualdade em Portugal, que já foi combatida noutros países. O relatório da OCDE aponta Portugal como um dos países mais desiguais do mundo, estando posicionado antes dos EUA, da Turquia e do México, e diz também que a média dos 10% mais pobres do Reino Unido ganha mais do que um português médio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;  Pergunta 3 do Grupo I&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-6337377705554705706?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/6337377705554705706/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=6337377705554705706' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/6337377705554705706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/6337377705554705706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2008/12/pergunta-do-1-teste-do-1-perodo.html' title='Pergunta do 1º teste do 1º período'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-6963642917905282711</id><published>2008-12-05T12:37:00.000-08:00</published><updated>2008-12-05T13:14:05.865-08:00</updated><title type='text'>Biobliografia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Biobibliografia de Mário de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;Mário de Carvalho nasceu no dia 25 de Setembro de 1944 em Lisboa, licenciou-se em &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Direito&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; pela &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Universidade de Lisboa&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; em &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1969&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. Desde jovem que se envolveu na luta &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;antifascista&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, tendo estado preso ainda na &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;década de 60&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; e durante o &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;serviço militar&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. A sua luta política leva-o ao exílio, primeiro para a &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;França&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, depois para a &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Suécia&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, em &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1973&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. Após o &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;25 de Abril&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; regressa a &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Portugal&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. A sua estreia literária dá-se em &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1981&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, tendo desde aí publicado regularmente numa grande diversidade de géneros: &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;romance&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;drama&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;contos&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;guiões&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. A sua escrita é extremamente versátil e torna-se impossível incluí-lo numa &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;escola literária&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;A crítica considera-o um dos mais importantes &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;ficcionistas&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; da actualidade e a sua obra encontra-se traduzida em vários países (&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Inglaterra&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;França&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Grécia&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Bulgária&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Espanha&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, etc.). Recebeu diversos prémios, podendo-se destacar, na sua bibliografia, o romance histórico "&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Um Deus passeando pela brisa da tarde&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;", que constitui o seu melhor sucesso de vendas e que mereceu a aclamação da crítica, tendo sido distinguido com o &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Grande Prémio da APE&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;romance&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;) &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1995&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, o Prémio &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Fernando Namora&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1996&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; e Prémio Pégaso de Literatura do mesmo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas Obras:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· Contos da Sétima Esfera (Contos), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1981&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· Casos do Beco das Sardinheiras (Contos), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1982&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· O Livro Grande de Tebas, Navio e Mariana (Romance), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1982&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A inaudita guerra da Avenida Gago Coutinho&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; (Contos), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1983&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· Fabulário (Contos), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1984&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· Contos Soltos (Contos), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1986&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· A Paixão do Conde de Fróis (Romance), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1986&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· Os Alferes (Contos), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1989&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· Quatrocentos Mil Sestércios seguido de O Conde Jano (Novelas), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1991&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· Água em pena de pato (Teatro), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1991&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde (Romance), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1994&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;· Era Bom que Trocássemos Umas Ideias Sobre o Assunto (Romance), &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;1995&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-6963642917905282711?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/6963642917905282711/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=6963642917905282711' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/6963642917905282711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/6963642917905282711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2008/12/biobliografia.html' title='Biobliografia'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-6543895885892313265</id><published>2008-12-05T12:32:00.000-08:00</published><updated>2008-12-05T13:25:10.555-08:00</updated><title type='text'>Texto livre</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;AS CORES…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;Era uma vez um país azul, um país onde tudo era azul. As pessoas eram azuis, os animais eram azuis, os carros eram azuis, as estradas eram azuis, as casas eram azuis, tudo mas tudo era azul e eram felizes assim.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;Até que um dia, vindo de longe, apareceu um menino amarelo que ao chegar ao país azul, onde tudo era azul, se surpreendeu pois de todos os países onde tinha passado, e não tinham sido poucos, nenhum tinha só uma cor. As pessoas do país azul, ao se aperceberem daquele menino amarelo, ficaram chocados e começaram logo a comentar e a mandarem piadas muito parvas, então, o menino amarelo ao ouvir aqueles comentários, saiu daquele país e isolou-se num sítio um pouco estranho e sem nome onde se alojou numa pensão vazia e quase em ruínas mas, para ele, tudo era melhor que aquele país azul.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;Depois de uma boa noite de sono o menino amarelo decidiu voltar ao país azul com objectivo de se integrar mas, não sabia como fazê-lo pois nunca lhe tinha acontecido nada igual, mesmo assim ele foi sem medo e muito confiante.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;Chegado ao país azul começou a tentar falar com as pessoas mas todas lhe viravam as costas e algumas com um espírito mais fogoso dirigiram-se a ele com modos bruscos expulsando-o de lá. E assim fez, deixou o país azul mas com objectivo de voltar ao outro dia, só tinha de arranjar os argumentos certos para convencer os habitantes do país azul a aceitarem-no. Antes de adormecer reflectiu sobre isso chegando ao que pretendia.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;Ao outro dia, de manhã cedo, voltou ao país azul com esperança de conseguir o que queria, integrar-se. Quando chegou entrou num café, onde estava bastante gente, e começou a falar antes que alguém começa-se a tratá-lo mal, começou a dizer:&lt;br /&gt;- Olhem bem para mim, olhem mesmo bem. O que é que vêem? Vêem orelhas, olhos, boca, nariz, mãos, pernas. Agora olhem para a pessoa que está ao vosso lado, o que é que vêem? O mesmo não é? O mesmo mas de cor diferente. Então porque é que não me aceitam? Só por eu ser amarelo e não azul?&lt;br /&gt;- Claro! Aqui é só azul, não há cá nada de amarelo. Agora sai daqui antes que perca a cabeça – disse uma pessoa azul mais violenta. E ele foi, desiludido, mas foi.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;Chegou a casa desesperado e teve outra ideia, se era a cor que os incomodava então iria pintar-se de azul. Então, na manhã seguinte, foi a outro país arranjar tinta azul e pintou-se completamente e foi assim para o país azul. As pessoas ao verem que era azul receberam-no bem, começaram a falar com ele e até estavam a gostar da sua maneira de ser mas, de repente, começou a chover e a tinta saiu. Quando se aperceberam que foram enganados os habitantes do país azul expulsaram de vez o menino amarelo, avisando-o para nunca mais lá aparecer.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;Um menino do país azul que assistiu a tudo seguiu o menino amarelo até sua casa. O menino amarelo ao vê-lo disse-lhe:&lt;br /&gt;- Se vens gozar comigo podes ir já embora!&lt;br /&gt;- Não venho nada gozar contigo, até acho que o amarelo te fique muito bem e que não devias ser excluído pela tua cor – disse o menino do país azul.&lt;br /&gt;- Sim e o que queres?&lt;br /&gt;- Quero ser teu amigo e quero convencer toda a gente de que és igual a nós e muito boa pessoa, pelo que já vi – afirmou o menino do país azul.&lt;br /&gt;- Mas eu já tentei – retorquiu o menino amarelo – e não deu em nada.&lt;br /&gt;- Se nos unirmos vai resultar de certeza. – disse o menino do país azul, cheio de convicção. E assim foi, os dois meninos uniram-se e combinaram o “plano perfeito”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;Quando se sentiram preparados para enfrentar todas as pessoas do país azul, o menino azul marcou uma reunião na praça e começou a falar sobre os últimos acontecimentos.&lt;br /&gt;- Toda a gente deste país tem agido mal com o menino amarelo – disse ele – Excluíram-no, maltrataram-no só por ser de outra cor, mas quando ele se disfarçou de já gostavam todos dele e até o achavam boa pessoa. Mas digam-me, só porque ele era azul já era melhor pessoa do que quando era amarelo? Pensem, raciocinem um bocado e vejam o terrível erro que estão a cometer-concluíu o menino azul . Então, as pessoas do país azul começaram a ficar sensibilizados e aí apareceu o menino amarelo e todos os habitantes do país azul o aplaudiram, a ele e ao discurso do menino azul.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;......&lt;/span&gt;A partir desse dia o amarelo foi permitido, o vermelho foi permitido, o verde foi permitido, todas as cores foram permitidas no país azul e a viagem do menino amarelo parou neste país pois, depois de ser aceite ficou fascinado com aquela gente e com aquele tal país azul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-6543895885892313265?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/6543895885892313265/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=6543895885892313265' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/6543895885892313265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/6543895885892313265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2008/12/texto-livre.html' title='Texto livre'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-18408004990558230</id><published>2008-12-02T15:04:00.000-08:00</published><updated>2008-12-02T15:09:02.658-08:00</updated><title type='text'>Da amizade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right; color: rgb(0, 0, 153); font-family: verdana;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:Verdana;" &gt;Não precisa ser homem, &lt;strong&gt;basta ser humano&lt;/strong&gt;, basta &lt;strong&gt;ter sentimento&lt;/strong&gt;, basta &lt;strong&gt;ter coração&lt;/strong&gt;. Precisa saber falar e calar, sobretudo &lt;strong&gt;saber ouvir&lt;/strong&gt;. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar. Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas &lt;strong&gt;não deve ser vulgar&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Deve ter um ideal e medo de perdê-lo&lt;/strong&gt; e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer. Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, &lt;strong&gt;que se comova&lt;/strong&gt;, quando chamado de amigo. &lt;strong&gt;Que saiba conversar de coisas simples&lt;/strong&gt;, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. &lt;strong&gt;Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer&lt;/strong&gt;, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, &lt;strong&gt;dos anseios e das realizações&lt;/strong&gt;, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim. &lt;strong&gt;Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver&lt;/strong&gt;, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. &lt;strong&gt;Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;small&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/small&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;em&gt;Que nos chame de &lt;strong&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;amigo&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;/strong&gt;, para ter-se a consciência de que ainda se vive ...&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Sempre&lt;/strong&gt; ...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;small&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Vinicius de Moraes&lt;/b&gt;&lt;/small&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;post by&lt;/span&gt;: Rita Ferreira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-18408004990558230?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/18408004990558230/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=18408004990558230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/18408004990558230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/18408004990558230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2008/12/da-amizade.html' title='Da amizade'/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6854074467208693955.post-7379637238925959683</id><published>2008-11-22T12:26:00.000-08:00</published><updated>2008-11-22T12:40:28.341-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Adeus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,&lt;br /&gt;e o que nos ficou não chega&lt;br /&gt;para afastar o frio de quatro paredes.&lt;br /&gt;Gastámos tudo menos o silêncio.&lt;br /&gt;Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,&lt;br /&gt;gastámos as mãos à força de as apertarmos,&lt;br /&gt;gastámos o relógio e as pedras das esquinas&lt;br /&gt;em esperas inúteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.&lt;br /&gt;Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;&lt;br /&gt;era como se todas as coisas fossem minhas:&lt;br /&gt;quanto mais te dava mais tinha para te dar.&lt;br /&gt;Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.&lt;br /&gt;E eu acreditava.&lt;br /&gt;Acreditava,&lt;br /&gt;porque ao teu lado&lt;br /&gt;todas as coisas eram possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso era no tempo dos segredos,&lt;br /&gt;era no tempo em que o teu corpo era um aquário,&lt;br /&gt;era no tempo em que os meus olhos&lt;br /&gt;eram realmente peixes verdes.&lt;br /&gt;Hoje são apenas os meus olhos.&lt;br /&gt;É pouco mas é verdade,&lt;br /&gt;uns olhos como todos os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já gastámos as palavras.&lt;br /&gt;Quando agora digo: meu amor,&lt;br /&gt;já não se passa absolutamente nada.&lt;br /&gt;E no entanto, antes das palavras gastas,&lt;br /&gt;tenho a certeza&lt;br /&gt;de que todas as coisas estremeciam&lt;br /&gt;só de murmurar o teu nome&lt;br /&gt;no silêncio do meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não temos já nada para dar.&lt;br /&gt;Dentro de ti&lt;br /&gt;não há nada que me peça água.&lt;br /&gt;O passado é inútil como um trapo.&lt;br /&gt;E já te disse: as palavras estão gastas.&lt;br /&gt;Adeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eugénio de Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6854074467208693955-7379637238925959683?l=asousa17.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asousa17.blogspot.com/feeds/7379637238925959683/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6854074467208693955&amp;postID=7379637238925959683' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/7379637238925959683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6854074467208693955/posts/default/7379637238925959683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asousa17.blogspot.com/2008/11/adeus-j-gastmos-as-palavras-pela-rua.html' title=''/><author><name>Designação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02719270708104469481</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
